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Nov 22, 2011
[Hacklab] Finalização dos circuitos
Oct 14, 2011
[Hacklab] Detalhes de projeto
Finalizando o fechamento da parte estrutural da mala, fixamos os crossovers, tweeters e falantes com parafusos e fechamos o tampo, prendendo também com parafusos. O amplificador também foi fixado e desenvolvemos um cocho para a bateria ficar fixa e porém ser trocada. Para isso tomamos o cuidade de passar uma fita sob ela para ajudar a retirá-la. o espacinho que sobrou à direita serviu ótimamente para guardar os fusíveis extra!
Enfim, com tudo fixado pudemos pela primeira vez deixá-la em pé! Para trocar a bateria e fusível do amplificador, deixamos dois parafusos em L trancado a tampa da parte de baixo. Sendo assim quando precisarmos trocar, basta girar o parafuso e a tampa sai.
O primeiro canal já instalado com uma entrada P2 estéreo, controle de volume e equalizador de duas bandas.
O primeiro canal já adicionado no mixer e ligando ao fader. Feitos alguns testes decobrimos que o fader [logo esse bicho tão carinho] só funciona um lado... uma pena...mas enfim sabendo o ponto problemático já temos meio caminho andado.
Paralelamente adicionamos um "rec out" em RCA.
Paralelamente montamos o amplificador de microfone, mas não deu ainda para ligá-lo no equalizador nem no mixer.
Oct 13, 2011
[Hacklab] Painel do Mixer
Oct 12, 2011
[Hacklab] Detalhes de projeto
Resolvendo o problema da alça, furamos o grampo que a prende na madeira e colocamos um reforço metálico para que o fio de aço não cortasse a madeira e rompesse tudo.
Internamente revestimos a mala com eucatex para reforçar a estrutura folheada da mala e vedamos os encaixes com pó de madeira e cola.
Terminado isso separamos o espaço interno em 3 áreas. A caixa para o falante esquerdo, para o direito e um espaço para abrigar a bateria e o amplificador. E os encaixes isolamos com pó de madeira e cola.
Então chegou a hora do tratamento acústico com papelão duplo para realçar os graves e enfim colocar as coisas dentro e começar os teste do mixer...
Jul 27, 2011
[Hacklab: Malas] Revestimento Interno
Para fazer os tampos das malas onde serão fixados os circuitos, componentes e falantes decidimos fazer um orçamento na Deco Acrílicos, no Santa Inês em BH. Haviam peças muito bonitas por lá, diversas cores e "translucidezes", contudo, é claro que quanto mais colorido e bonito, mais caro!
Como o forro interno da mala é um tecido azul escuro acetinado, ou seja, possui um certo brilho, decidimos por uma placa de acrílico simples, translucida porém sem cor. Vamos deixar as placas dos circuitos a vista e, no caso de querermos "iluminar" a placa, podemos colar uma lâmina adesiva colorida amarela ou rosa.
Portanto, agora com os componentes em mãos, as placas de acrílico cortadas, os amplificadores e falantes testados estamos prontos para começar. Enquanto montamos o circuito deixaremos a mala com um marceneiro para colocar os revestimentos de compensado onde ficarão os falantes, testando a acústica possível com a concavidade que temos.
Jul 25, 2011
[Hacklab: Malas] Sistema Sonoro
Escolhida a primeira mala que vamos trabalhar, o próximo passo então foi desenhar e imaginar a disposição dos circuitos e eletrônicos por dentro. A referência do boombox nos diz que a mala será um amplificador "toca-tudo". A ideia é que a mala tenha as seguintes características:
1) resistente, portátil, não-pesada e fácil de se transportar
2) funcione autonomamente (sem precisar de fonte de energia externa)
3) amplifique o sinal de fontes variadas (mp3, computador, microfone)
Aprofundando um pouco nas questões colocadas acima:
1) A mala escolhida, como já mostrada no post anterior, foi votada por ter médio porte, paredes cartonadas resistentes, cantos com acabamento reforçado e estar em boas condições. A partir de agora, tomaremos o cuidado de escolher as peças e os equipamentos de acordo com seu porte para não pesar muito. Por enquanto a bateria, as caixas de som e o amplificador estão pesando de 3 a 5 kilos. Quanto a resistência dos alto-falantes, ainda resta a duvida se a mala será realmente resistente e portátil caso sejam externos e como seria a disposição e acústica caso sejam internos. Por último, para reforças a estrutura da mala devido aos equipamentos que acrescentaremos será feito um reforço de madeira/compensado abaixo dos tampos de acrílico onde instalaremos os circuitos e os alto falantes.
2) A alimentação escolhida foi uma bateria de moto que possua voltagem suficiente para alimentar o amplificador e ainda corrente continua em amperagem suficiente para alimentar diversos equipamentos que possam aí se conectar.
Então o circuito de amplificação ficou assim:
-Amplificador de carro Stetsom CL-500HE - 60Watts por caixa e consumo de 0,2 a 10Ah dependendo da intensidade do volume.

-Bateria de moto Unipower 12V/7Ah

Isso significa que uma vez conectado o circuito acima teremos as seguintes condições de durabilidade do sistema:
>Duração com máxima potência = 42 ́
>Duração com mínima potência [0,2A] = 35h
>Duração com potência baixa [3,5A] = 2h
>Duração com potência Média [5A] = 1h 24
3) Portanto, agora só falta a interface de conexão que vai linkar as diversas mídias a amplificação. Essa interface deve possuir um mixer, um equalizador e um pre-amp interno para pre-amplificar um sinal de microfone (que seria de baixa impedância ou baixo ganho) e envia-lo para o amplificador Stetsom que só permite inputs de alta-impedância ou seja, que já venham amplificados de suas fontes como cdplayers, mp3 e computadores.
Os circuitos que farão parte dessa interface interna/externa de roteamento e controle dos inputs e outputs serão desenvolvidos por nós mesm@s, tendo como base a pesquisa com os circuitos eletrônicos sonoros Azucrinoise. Já queimamos as plaquinhas de cobre com os desenhos dos esquemáticos re-adaptados e estilizados.
Pré-AMP

Mixer

Equalizador bi-banda

Dúvidas no ar com o inicio do projeto:
A) quanto as próximas malas, deveria esse volume se comunicar com os outros? Ou seja, deveria ter alguma saída auxiliar ou possibilidade de conectar as caixas em paralelo para realizar uma estereofonia mais ampla, angular e distante nas ruas?
B) a mala deve se revelar enquanto boombox imediatamente (caixas externas) ou deve guardar os seus segredos como uma boa mala se propõe a fazer (caixas internas)?
C) o interessante seriam as malas reproduzir conteudos prontos ou produzir conteudos sonoros? outra duvida, deveriam as malas se comunicar para reproduzir sonoridades em comum ou de repente, apenas se comunicar e transmitir via FM como um telefone-intercomunicador gratuito de curta-média distancia?
1) resistente, portátil, não-pesada e fácil de se transportar
2) funcione autonomamente (sem precisar de fonte de energia externa)
3) amplifique o sinal de fontes variadas (mp3, computador, microfone)
Aprofundando um pouco nas questões colocadas acima:
1) A mala escolhida, como já mostrada no post anterior, foi votada por ter médio porte, paredes cartonadas resistentes, cantos com acabamento reforçado e estar em boas condições. A partir de agora, tomaremos o cuidado de escolher as peças e os equipamentos de acordo com seu porte para não pesar muito. Por enquanto a bateria, as caixas de som e o amplificador estão pesando de 3 a 5 kilos. Quanto a resistência dos alto-falantes, ainda resta a duvida se a mala será realmente resistente e portátil caso sejam externos e como seria a disposição e acústica caso sejam internos. Por último, para reforças a estrutura da mala devido aos equipamentos que acrescentaremos será feito um reforço de madeira/compensado abaixo dos tampos de acrílico onde instalaremos os circuitos e os alto falantes.
2) A alimentação escolhida foi uma bateria de moto que possua voltagem suficiente para alimentar o amplificador e ainda corrente continua em amperagem suficiente para alimentar diversos equipamentos que possam aí se conectar.
Então o circuito de amplificação ficou assim:
-Amplificador de carro Stetsom CL-500HE - 60Watts por caixa e consumo de 0,2 a 10Ah dependendo da intensidade do volume.

-Bateria de moto Unipower 12V/7Ah

Isso significa que uma vez conectado o circuito acima teremos as seguintes condições de durabilidade do sistema:
>Duração com máxima potência = 42 ́
>Duração com mínima potência [0,2A] = 35h
>Duração com potência baixa [3,5A] = 2h
>Duração com potência Média [5A] = 1h 24
3) Portanto, agora só falta a interface de conexão que vai linkar as diversas mídias a amplificação. Essa interface deve possuir um mixer, um equalizador e um pre-amp interno para pre-amplificar um sinal de microfone (que seria de baixa impedância ou baixo ganho) e envia-lo para o amplificador Stetsom que só permite inputs de alta-impedância ou seja, que já venham amplificados de suas fontes como cdplayers, mp3 e computadores.
Os circuitos que farão parte dessa interface interna/externa de roteamento e controle dos inputs e outputs serão desenvolvidos por nós mesm@s, tendo como base a pesquisa com os circuitos eletrônicos sonoros Azucrinoise. Já queimamos as plaquinhas de cobre com os desenhos dos esquemáticos re-adaptados e estilizados.
Pré-AMP
Mixer
Equalizador bi-banda
Dúvidas no ar com o inicio do projeto:
A) quanto as próximas malas, deveria esse volume se comunicar com os outros? Ou seja, deveria ter alguma saída auxiliar ou possibilidade de conectar as caixas em paralelo para realizar uma estereofonia mais ampla, angular e distante nas ruas?
B) a mala deve se revelar enquanto boombox imediatamente (caixas externas) ou deve guardar os seus segredos como uma boa mala se propõe a fazer (caixas internas)?
C) o interessante seriam as malas reproduzir conteudos prontos ou produzir conteudos sonoros? outra duvida, deveriam as malas se comunicar para reproduzir sonoridades em comum ou de repente, apenas se comunicar e transmitir via FM como um telefone-intercomunicador gratuito de curta-média distancia?
Jul 19, 2011
[Hacklab: Malas] Garimpando
O projeto começou. Ainda estávamos em processo de pesquisa sobre a parte eletrônica: potências, falantes, baterias, durações e pesos, e simultaneamente procurando as malas que abrigariam nossas boomboxes.
Ainda em Guaxupé, onde se deu a primeira parte do laboratório, decifrei a placa em francês do hotel e encontrei o salão do café da manhã.

Após o desejum saí a garimpar malas nos antiquarios da cidade.


No entanto, as malas que encontráva-mos eram ou de couro, ou muito velhas, o que demandaria reforma, ou grandes demais ou pequenas demais.
Paralelamente estadamos a possibilidade de iniciar do 0 uma mala de MDF.

No entanto a solução nos pareceu demasiado artificial e exigiria intenso tratamento estético.
Ao fim, já em BH, o Rodrigo nos ofereceu algumas possibilidades, mas que sofriam, ou com problemas de estado.

ou com problemas de resitência e rigidez.

Desse modo, resolvi continuar minha busca na rua Itapecerica, que agoniza com a chegada do progresso em faraônicas obras viárias. E encontrei diversas possibilidades.
Infelizmente, a especulação antiquária, elevava os preços.

Mas aos poucos, os topa-tudos se revelaram uma ótima opção.

Escolhemos essa para ser a nossa primeira mala.
Ainda em Guaxupé, onde se deu a primeira parte do laboratório, decifrei a placa em francês do hotel e encontrei o salão do café da manhã.
Após o desejum saí a garimpar malas nos antiquarios da cidade.
No entanto, as malas que encontráva-mos eram ou de couro, ou muito velhas, o que demandaria reforma, ou grandes demais ou pequenas demais.
Paralelamente estadamos a possibilidade de iniciar do 0 uma mala de MDF.
No entanto a solução nos pareceu demasiado artificial e exigiria intenso tratamento estético.
Ao fim, já em BH, o Rodrigo nos ofereceu algumas possibilidades, mas que sofriam, ou com problemas de estado.
ou com problemas de resitência e rigidez.
Desse modo, resolvi continuar minha busca na rua Itapecerica, que agoniza com a chegada do progresso em faraônicas obras viárias. E encontrei diversas possibilidades.
Infelizmente, a especulação antiquária, elevava os preços.
Mas aos poucos, os topa-tudos se revelaram uma ótima opção.
Escolhemos essa para ser a nossa primeira mala.
[Hacklab: Malas] Referências
O projeto visava a construção de uma série de malas, construidas por diversos artistas. Seguindo a proposta seríamos responsáveis por desenvolver algumas malas capazes de reproduzir sons ao estilo das boomboxes dos anos 80.
Enquanto nos convidava para o projeto, folheando os nossos livros na estante, eis que o Rodrigo encontra e evoca a famosa imagem de Russolo e seu Intonarumori.

Se por um lado o trabalho do italiano trazia sons da cidade para um ambiente de estúdio/palco. A ideia do Rodrigo era poder transportar os sons de volta para o contexto da cidade.
Durante as conversas subsequentes, em frente à Rede, encontramos o seguinte site
The BoomCase de um cara que faz um trabalho bem similar ao ponto em que o Rodrigo queria chegar.

Estava dada a largada. Pensando nas questões da portabilidade, resistência, e qualidade/potência sonora, desenvolver uma série de malas e seus conteúdos sonoros a serem transportados entre os espaços urbanos.
Enquanto nos convidava para o projeto, folheando os nossos livros na estante, eis que o Rodrigo encontra e evoca a famosa imagem de Russolo e seu Intonarumori.
Se por um lado o trabalho do italiano trazia sons da cidade para um ambiente de estúdio/palco. A ideia do Rodrigo era poder transportar os sons de volta para o contexto da cidade.
Durante as conversas subsequentes, em frente à Rede, encontramos o seguinte site
The BoomCase de um cara que faz um trabalho bem similar ao ponto em que o Rodrigo queria chegar.
Estava dada a largada. Pensando nas questões da portabilidade, resistência, e qualidade/potência sonora, desenvolver uma série de malas e seus conteúdos sonoros a serem transportados entre os espaços urbanos.
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